Uma visão do futuro

Para a Toyota e a para outros construtores foi dada uma oportunidade sem precedentes, de moldar a futura direcção do desporto automóvel numa nova era de consciência social. A melhoria da imagem ambiental do desporto automóvel está no topo da lista de prioridades. Por exemplo, o regulamento técnico da FIA para 2009 visará medidas que melhoraram a poupança de combustível, incluíndo a regeneração e reutilização de energia desperdiçada. Uma outra área de importância é a segurança, um sector-chave para os programas de investigação e desenvolvimento da Toyota. Se muito foi já feito no passado para melhorar a segurança do condutor, mais poderá ser feito para alcançar um desporto automóvel verde.

Tornando o desporto automóvel mais ecológico

A longo prazo poderemos ver motores completamente novos na competição automóvel, possivelmente recorrendo a turbocompressores. Os biocombustíveis poderão também ser uma opção. Na sua posição de pioneira da tecnologia Hybrid Synergy Drive®, a Toyota vê com entusiasmo a possibilidade de utilizar estas tecnologias na competição.

Alguns puristas argumentam que esta nova direcção nada tem a ver com a competição automóvel. Mas a tecnologia automóvel nunca cessa de evoluir. Um automóvel actual é capaz de prestações tão boas ou melhores que um modelo de há cinco anos atrás, mas fá-lo com 60% menos combustível.

Segurança

A Fórmula 1 há muito demonstrou grandes avanços feitos na área da segurança. No início de 2007, Tsutomu Tomita, anterior presidente e director da Panasonic Toyota Racing, ofereceu um Toyota TF105 ao Instituto FIA na edição inaugural da Cimeira da Segurança. Este automóvel será usado como uma ferramenta útil na formação de comissários de pista e pessoal médico, melhorando as técnicas de extracção do piloto logo após um acidente.

A Toyota desenvolveu recentemente uma simulação computadorizada que recria acidentes a alta velocidade e os seus efeitos no corpo humano. Ao usar este sistema - modelo humano de corpo inteiro para segurança (THUMS), o Instituto FIA e a Toyota conseguiram estudar o tipo de lesões graves que são difíceis de medir com manequins convencionais. Esta tecnologia contribui para um estudo mais aprofundado de impactos a alta velocidade em automóveis de Fórmula 1.

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Para imprimir sábado, 4 de Fevereiro de 2012